Dia das mães

É hora de falar sobre as mães. Tenho que dizer que sou privilegiado porque tenho uma MÃE campeã (E qual delas não é especial?)

Esta data, o Dia das Mães, foi criado nos EUA em 1905, pela filha de pastores Anna Jarvis, para homenagear sua própria mãe e instituir um dia em que todas as crianças se lembrassem com muito amor e carinho de suas mães. Em 1914 a data foi unificada e logo adotada por mais de quarenta países. Desde 1932 a data, o segundo domingo do mês de Maio, é feriado nacional no Brasil. Porém Anna não ficou muito feliz, pois os comerciantes aproveitaram para explorar comercialmente a comemoração e os cravos brancos – que simbolizam a maternidade – tornaram-se recorde de vendas. Ela acreditava que o importante deve ser conferir o valor devido a estas pessoas tão maravilhosas que são as mães e não apenas comprar presentes. Mas apesar do “Não precisava…” elas adoram um presentinho nesta data.

Porém use um recurso básico: pense no estilo de sua mãe, afinal existem as que adoram cozinhar e vão adorar tudo relacionado a isso. As mais vaidosas vão adorar tudo relacionado a melhora da aparência e aprimoramento do visual. A POLISHOP pode resolver sua vida em ambos sentidos. O fundamental é tentar acertar.

Como em geral comemoramos em família, eis algumas dicas.

As reuniões familiares são o mais básico e principal exercício de convívio social que conhecemos. É em casa que começa o aprendizado desse comportamento, que vai ser um grande diferencial na nossa vida. De um simples almoço de domingo à mais sofisticada festa, datas especiais são ocasiões que temos a oportunidade de estar com irmãos, tios, primos, avós, de uma maneira descontraída.

Com alguns cuidados é possível que nos afastemos cada vez mais daquele amargo dito popular: “Família só é bom no porta-retrato”.

Atenção! Descontração não quer dizer pouco caso e desleixo. Pensar que podemos deixar as coisas de qualquer jeito, sem capricho, “afinal é só família, gente de casa” não traduz a realidade, uma vez que o nosso maior prazer deve ser agradar aos nossos mais próximos, começando pelo seu núcleo, marido ou mulher e filhos e estendendo-se aos parentes. Vale a pena tentar.

Prepare o paladar para uma deliciosa refeição que foi feita com carinho e guardará na memória aquelas referências culinárias que nos dão saudade e conforto.

Tente descobrir algo de novo e interessante naquela prima que você nunca achou a menor graça, busque aprender com os mais velhos, fonte segura de maturidade e experiências.Quando o encontro terminar e você retornar a sua casa, ou sendo o anfitrião ao despedir-se daquele convidado que” não vai embora nunca de sua festa”, e se jogar na poltrona exausto vai ser delicioso sentir que valeu a pena, e como é bom termos essas pessoas à nossa volta para preencher a nossa história de vida e os nossos porta-retratos.

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